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Paralelos

É impressionante como assuntos que estão ruminando nas profundidades ressurgem em outros lugares. São definidores de recortes do olhar.

Eu estou ruminando todas as idéias do Liberdade de Expressão e olhando como entrar – além do “dou a maior força”. Aos poucos, vou elaborando melhor a idéia de informações criticamente mastigada, reelaborada e expressada por leitores que se desprendem e não se contentam da informação analisada e coercitivamente apresentada.

E vem o Ridson, vendo Fórmula 1, um hobby em comum, juntando informações razoavelmente brutas, razoavelmente opiniativas de dois sites, mas ambas muito bem apresentadas no que é opiniativo e o que é reprodução, fazendo análise de uma situação polemica.

Ele nunca dirigiu um Formula 1, ele não é engenheiro, ele tem 20 anos e viu no máximo 10 anos de Fórmula 1. Dois anos de carta de motorista. E resumiu tudo o que eu acho sobre a mesma polemica.

Informação pensada, ponderada por um não especialista. Sujeita a erros, sim, aberta a revisão também.

Saudável participação no pensar de qualquer assunto.

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O achismo e visão critica

Às vezes, gastamos um tempão tentando coordenar uma idéia para que ela saia clara e simples. Outras, ela cai no seu colo:

Sofia&Brigite

Há “achismos”, sim, opiniões pouco fundamentadas, com certeza, mas como internauta de pouco tempo, já me sinto capaz de avaliar bastante bem o que sai da linha da mediocridade naqueles temas que me interessam. Acho a democratização da informação um bem maior, muito maior, do que essa preocupação com os achismos. O achismo nos faz preocupar em saber quem está falando, de onde está falando… Ora, isso é ótimo!!!! É tudo o que os donos das “informações avalizadas” (pela grande mídia, por um título acadêmico ou por um posto oficial) não gostariam que perguntássemos.

Eu só iria um pouco mais além e também colocaria na roda essa coisa de opinião medíocre. Medíocre porque não há nada que dê suporte à opinião? E o que é dar suporte? Fundamentar em fatos? E o que são fatos? São verdades inquestionáveis? Então não seriam opiniões, são claúsulas irrefutáveis, não é? Autoevidentes do alto da sabiência de quem as tem. Eu chamo isso de dogma mesmo.

Leia o post O Culto do amador ou do especialista? do Marcos Donizzeti, vale a pena, juro. E, sim, é verdade que eu só continuei até o fim o post no Pragma porque eu conheço algumas posições do Marcos que me fizerem pensar que tudo aquilo estava sendo dito por alguma outra razão…

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