Luis Lê Bandeira com voz de bandeira

Luis acha que postou a voz de Bandeira.

Mentira, Luis escolheu Bandeira.

Pensou Bandeira, e está lá Bandeira.

Escolheu escolhendo aquilo que Bandeira disse.

Luis até regimentou um bando para escutar de Bandeira.

Quem sabe você vai lá também falar de bandeira?

Luis, postou a voz dele, é só ver do começo ao fim.

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Censura onde, cara-pálida?

O André Lux do Tudo em Cima copiou e melhorou a ideia do Quanto Tempo Dura?

Censura Onde

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Copiar não é roubar

Copiei do Nassif que copiou de pdlebooks que copiou de…

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Quem vê JN?

Eu fiquei pensando sobre a série de análises que o Rovai fez sobre as entrevistas dos candidatos escolhidos pela Globo para aparecer no Jornal Nacional e descobri que: não as vi, não esperava coisa diferente do que ele disse que foi, e me lembrei da mesma indiferença que sinto quando repercutem qualquer coisa que a Veja tenha publicado.

Eis o meu comentário ao último post:

Em algum momento nos anos passados as pessoas começaram a ouvir com certa frequência, Veja? eu não leio, mas o que você esperava dela?

É a mesma novela:

O JN balançou bastante no ‘o povo não é bobo’ de 84, voltou com jornalismo sério, se lambuzou em 89, adorou 94, deu a mão a palmatória em 2002, teve um ataque cardíaco em 2006, agora o que sobra se não por a faca no dente?

Isso é com ele, da minha parte, JN? eu não vejo, mas o que você esperava dele?

PS: Muito mais interessante foi a entrevista que ele fez, por Tuiter, com o Plinio.

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Kabul War Diary

Sou o feliz doador de 25 dólares para o WikiLeaks por causa disso: http://wardiary.wikileaks.org/

Houve algumas fotos que mudaram a percepção sobre a guerra do Vietnam.

A “foto” atual da guerra no Afeganistão foi mostrada ao público no dia 26 de julho pelo Wikileaks. Entretanto, antes de posta ao público, foi analisada, interpretada e corroborada pelos seguintes “intermediadores”:

Na mesma tradição das fotos e repórteres do Vietnam, esses veículos de mídia fizeram seu trabalho de estarem ao lado da divulgação de fatos.

Espero que essas imagens mude a percepção sobre a “guerra ao terror” no Afeganistão, e em todo o mundo.

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Ele e ela

Ele mirava, ela falava, ele calou, e eu só posso acenar esse delicioso poemaEla disse.

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Vestais

Os comentários indignados do Odinei Edson sobre a falta de carácter do Massa ainda ecoam nos meus ouvidos.

Bando de vestais.

Quando vamos parar de ver os esportistas como heróis imaculados e infalíveis? Isso só era passável quando tínhamos 5 anos, hoje sei que esses heróis não exitem e ainda bem, nada mais chato do que torcer para semideuses.

Estou tentando lembrar de alguma entrevista que Felipe tenha dito com todas as letras, Não temos 1º e 2º piloto e jamais teremos. Lembro-me de uma entrevista no começo do ano em que disse que naquele momento, começo de campeonato com Fernando chegando, não haveria ordem na equipe. Lembro também que Felipe foi claramente 1º piloto no final do campeonato de 2008, com Kimi se comportando de acordo. Naquela época era mais simples aplicar a ordem nos pit stops, mas só quem tinha 5 anos achava que aquelas trocas de posições não eram ordens sendo aplicadas.

Felipe fez um excelente campeonato em 2008, vem fazendo um campeonato apagado em 2010, recebeu uma ordem de trocar de posição e cumpriu. Parabéns ao Felipe, agiu sabendo que se fosse o inverso, a ordem viria inversa. Não sei se Fernando teria cumprido.

Aos vestais, da próxima vez que o chefe vier encher o saco – ou seja amanhã, segunda-feira – chuta o balde e rompa com tudo. Uma das melhores maneiras de crescer, ainda que dolorida, é aprender a lidar com a perda.

E, Odnei, pare de falar propaganda durante a transmissão da corrida, se quer tanto assim preservar a pureza do esporte.

Atualizando às 13:20:

Massa se enrola, alias, todos na Ferrari se enrolam, mas por mais que a gente gostaria, a Ferrari não vai deixar ele dizer Mandaram deixar passar, eu deixei. Se ele não chutou o balde na pista, não vai ser agora. Alias, se enrola ao dizer que a decisão foi dele e não da equipe, mas é muito claro quando se lembra de 2007 e 2008.

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The racism of no one

In an informal survey, some say, Florestan Fernandes, the famous sociologist, asked his students two intriguing questions. The first was “Are you a racist?” and the second “Do you know someone racist?” According to the legend, the answers were, in its great majority, “No” and “Of course, a lot of people”. If this survey really took place or not, is not important. The point is no Brazilian would dispute those answers. We know these results were expected, there is no surprise in them. This little story exemplifies, thus, how we perceive ourselves. It points out that we live in a racist country, but with racism well covered in a deep layer of self-illusion.

The collective illusion of being a cordial people is not related to any rationalized argument, or excuse, widespread in our society. Many of us may reasonably argue that, in a biological point of view, it is well set that humans are a single race. If a group of individuals is able to produce fertile offspring, then, no doubt, they are from the same race. The long and infamous history of rapes that white men have perpetrated against enslaved black women, in a not so distant past, have established well that we constitute a single race. Indeed, too well. However, if there are no different human races, should we discard racism as invalid, incorrect perception of reality? Should we say that all of us are equally treated since we’re levelled by belonging to the same human race? Again, living in such an unequal society, for all us Brazilians, those are rhetorical questions. It’s quite clear that racism is not a biological issue, it’s a social one. But then, we are driven to another misperception, and a strangely subtle one, which covers our ability to perceive ourselves as racists.

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Credencial

Com o nome de Credencial, Luis Fernando Ramos, vulgo Ico, disponibiliza no seu blog suas análises sobre a corrida de Fórmula 1 do fim de semana. Mas, o mais legal, é que ele desce aqui até os mortais e responde as nossas perguntas. Mesmo as mais bobas como as minhas!

Fora isso, tem a transmissão da Band News rádio da qual ele participa como jornalista na pista. É uma equipe boa, sem torcida nacionalista boba. Diga-se, sem torcida boba em geral. Transmissão que leva a sério você, sem ser chata, sem ser carrancuda.

Alias, lembro que eu me convenci a cortar todo o som da TV (e ocultar alguma boa análise do Luciano Burti) quando a Alessandra Alves atropelou o Odinei Edson quando ele resolver soltar um comentário machista. E logo em seguida, o Jan Balder pega a palavra e analisa a corrida a fundo. O Ico solta as observações dele no calor da pista, o Fábio Seixa ajuda com as estatísticas longínquas. Para quem já viu o constrangimento que é a briga por tomar a palavra na transmissão da Globo, sabe do que eu estou falando. Ganharam um ouvinte.

Fora os dias de corrida escutados pela Band News rádio, sigo o Ico pelo site dele com uma excelente análise pós-corrida, que ele chamou de Credencial. Mas o blog dele não é só as corridas. Tem o por trás das pistas, tem o cara que vai a um pais completamente diferente e conta pra gente, tem um olhar que a gente sente que seria o nosso olhar se estivéssemos lá.

Eu escuto o credencial a muito tempo e nunca tinha feito meu comercial. Então tá. Esse é meu comercial sincero ao bom trabalho do Ico, da Alessandra, do Odinei, do Fábio, do grande Jan Balder.

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O velho e bom calorifico

Calorífico era uma invenção para transformar calor em matéria… tá, nerd, isso não é importante…

O importante é:

Piazza Delight: The Calorifer is Very Hot (feat. My Bubba & Mi) – Skipping Brain from Livio Basoli on Vimeo.

mas pra quem gosta de CV2…

Piazza Delight: The Calorifer is Very Hot (feat. My Bubba & Mi) – Lester from Livio Basoli on Vimeo.

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